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Relacionamento Amoroso!

  • Foto do escritor: Fernando Ribeiro Rorró
    Fernando Ribeiro Rorró
  • 2 de abr.
  • 1 min de leitura


Caminhar por um terreno onde, muitas vezes, não se sabe ao certo onde se pisa.


Encontrar alguém puro não é, necessariamente, um troféu. A partir desse encontro, inicia-se a verdadeira corrida: a do sentimento, da fidelidade, do comprometimento, da cumplicidade e, sobretudo, da aceitação mútua dos costumes e imperfeições.


Muitas vezes, o laço conjugal escorre pelas frestas da incompreensão e da infidelidade, elementos que podem surgir em qualquer relacionamento amoroso.


Por isso, não se pode afirmar que o amor será eterno. Esse tipo de amor, talvez, só exista quando se gera ou se ajuda a construir a vida de alguém, quando há raízes mais profundas que o próprio sentimento.


Muitos, inclusive estudiosos da vida e das relações, defendem que o amor entre duas pessoas dura enquanto o relacionamento resiste.


Sendo assim, as pessoas se completam… até que, por vezes, outra presença surja e as desconstrua.


Como já se diz em uma frase conhecida:


“O amor é eterno enquanto dura.”


E quando se conhece alguém mais vivido(a)?


A convivência se torna mais fácil… ou mais complexa?


Se você teve a rara oportunidade de encontrar alguém de essência mais reservada para se relacionar, parabéns: foi um felizardo(a).


O problema é que você pode até escolher com quem se envolver, mas jamais poderá prever se essa escolha resistirá ao tempo.


Porque relações não são raízes fincadas em terra firme; muitas vezes, são folhas ao vento, começam firmes, mas dependem das estações para permanecer.


Escolher é um instante.


Permanecer… é uma construção diária.


Fernando Ribeiro

Blog do Rorró

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